Fábulas



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  • O Burro e o Lobo

    Um burro estava comendo quando viu um lobo escondido espiando tudo que ele fazia. Percebendo que estava em perigo,o burro imaginou um plano para salvar a sua pele.

    Fingiu que era aleijado e saiu mancando com a maior dificuldade. Quando o lobo apareceu, o burro todo choroso contou que tinha pisado num espinho pontudo.

    —Ai, ai, ai! Por favor, tire o espinho de minha pata!

    Se você não tirar, ele vai espetar sua garganta quando você me engolir.

    O lobo não queria se engasgar na hora de comer seu almoço, por isso quando o burro levantou a pata ele começou aprocurar o espinho com todo cuidado. Nesse momento o burro deu o maior coice de sua vida e acabou com a alegria do lobo.

    Enquanto o lobo se levantava todo dolorido, o burro galopava satisfeito para longe dali.

     

    Moral da história: Cuidado com os favores inesperados.

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  • Os viajantes e o urso

    OS VIAJANTES E O URSO

    Dois homens viajavam juntos quando, de repente, surgiu um urso de dentro da floresta e parou diante deles, urrando. Um dos homens tratou de subir na árvore mais próxima e agarrar-se aos ramos. O outro, vendo que não tinha tempo para esconder-se, deitou-se no chão, esticado, fingindo de morto, porque ouvira dizer que os ursos não tocam em homens mortos.

    O urso aproximou-se, cheirou o homem deitado, e voltou de novo para a floresta.

    Quando a fera desapareceu, o homem da árvore desceu apressadamente e disse ao companheiro:

    Vi o urso a dizer alguma coisa no teu ouvido. Que foi que ele disse?

    Disse que eu nunca viajasse com um medroso.

     

    Moral da história: Na hora do perigo é que se conhece os amigos.

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  • O ratinho, o gato e o galo

    O RATINHO, O GATO E O GALO

    Certa manhã, um ratinho saiu do buraco pela primeira vez. Queria conhecer o mundo e travar relações com tanta coisa bonita de que falavam seus amigos. Admirou a luz do sol, o verdor das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou penetrando no quintal duma casa da roça.

    — Sim senhor! É interessante isto!

    Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria. Em seguida, notou no terreiro um certo animal de belo pêlo, que dormia sossegado ao sol.

    Aproximou-se dele e farejou-o, sem receio nenhum. Nisto, aparece um galo, que bate as asas e canta. O ratinho, por um triz, não morreu de susto.

    Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca.

    Lá contou à mamãe as aventuras do passeio.

    — Observei muita coisa interessante — disse ele. — Mas nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro.

    Um de pêlo macio e ar bondoso, seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir impedindo-me de cumprimenta-lo. O outro... Ai, que ainda me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bico pontudo, crista vermelha e aspecto ameaçador. Bateu as asas barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho, que quase caí de costas. Fugi. Fugi com quantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato, que tamanha destruição faz no nosso povo.

    A mamãe rata assustou-se e disse:

    — Como te enganas, meu filho! O bicho de pêlo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista rubra, filhinho, é o galo, uma ave que nunca nos fez mal. As aparências enganam.

     

    Moral da história:

    Quem vê cara não vê coração

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